Impermeabilizações
As edificações possuem estruturas de lazer e contemplação em grande parte descobertas e expostas às chuvas, cuja proteção ocorre através de lajes impermeabilizadas.
As técnicas de impermeabilização tiveram significativo avanço para suportar as oscilações de temperatura (principalmente do RS) e condições climáticas desfavoráveis (intensidade de chuvas).
Já as edificações, expostas às intempéries e deformações naturais, foram “envelhecendo”, necessitando de intervenção para atualização dos sistemas de proteção e conforto.
Dentre tais intervenções, a necessidade de re-impermeabilizações de estruturas diversas, entre as quais:
- Lajes de terraços ;
- Lajes de cobertura ;
- Lajes de sacadas;
- Reservatórios de água ;
- Floreiras.
A manta asfáltica estruturada (camada superior e camada inferior, intermediariamente estrutura por véu de poliéster) , fabricada em rolos , o que permite a “soldagem a quente” de segmentos fornecendo a estanqueidade e conforto das edificações.
Esta propriedade da fusão através da soldagem, também trás a vantagem de possibilitar reparos por perfurações involuntárias, alongando a durabilidade do investimento.
A diversidade de mantas, para as mais variadas atribuições também é fator relevante, se não vejamos:
- Manta asfáltica convencional para lajes ;
- Manta asfáltica “anti-raiz” para impermeabilização de floreiras ;
- Manta ardosiada, exposta e aparente, para impermeabilizações de áreas com baixo trânsito.
